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O Deus que conhece até ao íntimo e ama até à cruz 

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A vida passa e, aos poucos, ao conviver com as diferentes pessoas, começamos a descobrir o que, de facto, elas acreditam e pensam. 


No meio de altos e baixos, em diversas circunstâncias, é praticamente impossível evitar pensar: "que decepção!". Por vezes, sentimo-nos enganados por palavras bonitas e atitudes falsas. No entanto, é na hora que alguém está chateado que descobrimos o que de facto essa pessoa pensa. 


É no momento crucial, quando estamos completamente zangados com alguém ou com alguma situação, que deixamos escapar o nosso verdadeiro eu, e quão feio ele, por vezes, é. 


Já pararam para pensar em coisas específicas que uma pessoa diz-nos sobre outra? Ou em como ela prejudicaria outra pessoa, porque tem "poder" para isso? Ou, ainda, em como fulano é tão ingrato, afinal, ela é tão boa? Ou em como ela acha-se certa por pensar de determinada forma? Sim, julgamentos vazios, coisas horríveis de ouvir-se, coisas tristes e decepcionantes. 


Mas, quantas vezes não somos nós a pessoa que denigre, que acusa e que aponta o dedo sem motivos aparentemente "bons o suficiente"? E, quantas vezes fomos nós a pessoa denegrida, acusada e julgada, ao nosso ver, sem motivos?


A verdade é que o coração humano é intensamente corrupto, mau e degenerado. Sem Deus, é tão obscuro quanto o mais profundo abismo, mas mesmo com a luz do Senhor a iluminar o que está mau e precisa ser mudado, muitas vezes deixamos o ego e a maldade sobressair de forma espantosa.


À medida que se aproxima o Natal, uma pequeníssima ideia do amor de Deus invadiu a minha mente, ao refletir em experiências vividas. Uma vez que podemos pensar "que horrível a atitude de tal pessoa", temos de olhar para dentro e perceber como nós também temos reações feias em dadas circunstâncias. É mais fácil julgar o outro do que reconhecer o mal dentro de nós mesmos.


 Ficamos chocados com coisas que vivenciamos, mas Deus conhece o mais íntimo do nosso ser, melhor do que nós, e ainda assim decidiu enviar o seu único filho para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna (João 3:16). 


O Deus todo-poderoso, olha para as suas tão, tão, tão pequenas criaturas, e tem compaixão delas. O Rei de todo o universo olha para o ego das suas inúteis criaturas e tem misericórdia delas. O Deus omnisciente maravilhoso vê o mais íntimo do coração humano e decide dar uma solução para os salvar. O Deus tremendo e justo vê a imundície do pecado dos homens e decide justificá-los. O Deus santo e bom vê a maldade da alma do homem e decide redimi-lo através do sangue de Cristo. O Deus que conhece as profundezas de cada coração, ainda assim, decide amá-los. 


Que Deus tão grande e perfeito! Quão bela história de amor e quão boa notícia de solução para cada homem e mulher, de todas as tribos, povos e raças. 


O Natal é esperança, essa esperança de solucionar o profundo mal do nosso coração, a opção de descarregar todo o nosso peso sobre Jesus, que já o levou sobre aquela cruz. A esperança da maior prenda algum dia entregue à humanidade, a esperança de salvação e de uma vida onde é possível perseverar com a ajuda do nosso Deus para viver da forma como fomos criados para tal. 


Só nos resta louvar a esse Deus tão maravilhoso, que mesmo conhecendo o pior de nós, decide amar-nos até à cruz, de forma incondicional. Decide perdoar com compaixão e misericórdia, e está de braços abertos para nos outorgar a graça de viver, de conviver, de agir e falar, de ser cada dia mais como Cristo nos ensinou com o seu exemplo.


Que neste Natal, essa possa ser a nossa reflexão e o nosso motivo de celebração, com a humildade e a gratidão que Ele merece.


- Débora🌻



Tira um tempo para orar, ler a Bíblia, e ouvir o que Deus tem para te dizer!

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