Como andar com Deus todos os dias? A jornada de fé de Abraão e o que ela nos ensina
- Débora Venturini
- há 9 horas
- 13 min de leitura

*Imagem gerada com IA
Este é daqueles estudos para saborear com calma, sem pressa nem pressão!😉
Então, que tal escolheres um canto tranquilo, preparar um café, um sumo ou a tua bebida preferida, e te acomodares bem?
Leva contigo a tua Bíblia também, e algo para anotar ideias ou pensamentos que surgirem.
Para entrares melhor no clima do que vamos falar, seria bom leres antes os capítulos 12 a 17 de Génesis. Não como uma “tarefa”, mas como quem prepara o coração.
Como andar com Deus todos os dias? Vamos começar juntas! ✨

Abraão, pai da fé, como hoje o conhecemos, parece ser introduzido na história bíblica “do nada”. O capítulo doze de Génesis dá a impressão de iniciar “fora de contexto”. Após a genealogia de Sem, no capítulo anterior, é a primeira vez em que Abrão é mencionado, e parece que já no meio de sua história. Talvez, seja esta uma forma de Deus nos mostrar que a história deste homem começa, de facto, aos seus 75 anos, após um mandato e uma resposta de obediência.
Segundo evidências arqueológicas, Ur dos Caldeus, de onde é proveniente Abrão e a sua família, era uma cidade grande para a época, de muita tecnologia, produção artística e complexa administração, um exemplo disso é o Grande Zigurate de Ur, uma construção genial e complexa até para os dias de hoje.

Esta é uma ideia de como seria o Grande Zigurate de Ur na altura de Abraão (gerada com IA), mas se pesquisares na net, encontrarás imagens das suas ruínas hoje.
Abrão era da descendência de Sem, então, podemos supor, tendo em conta a sua história, que a sua parentela, e os seus pais, eram pessoas que conheciam a Deus, mesmo que de forma superficial, o Deus da Criação e do Dilúvio, e que haviam passado esse conhecimento e, talvez, certa fé, aos seus filhos. Porém, muitos estudiosos afirmam que Abrão vinha de um meio pagão, tendo em conta o nome de seu próprio pai, Tera, que teria a ver com o deus lua, que tinha o seu centro de adoração tanto em Ur dos Caldeus, quanto em Harã.
Sabemos, porque é algo que podemos observar durante a narrativa bíblica, que depois de um encontro com Deus, homens como Abrão, Jacó, Moisés, entre outros, começaram a conhecê-lo verdadeiramente, e a sua fé cresceu a partir de então, apesar de anteriormente saberem quem Deus era ou terem uma ideia do mesmo.
Assim, Abrão talvez conhecesse a história da criação, da queda, do dilúvio e da torre de babel. Independentemente disso, Deus escolhe falar diretamente com ele, para lhe dar uma ordem: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que eu te mostrarei” (Gn 12:1).
A ordem dada a Abrão, não era fácil de ser obedecida. Deus estava a pedir que ele abandonasse tudo o que conhecia, os seus parentes com quem, provavelmente, esteve a vida toda, o conforto e segurança da casa de seu pai, tudo o que era familiar para ele, para ir a um novo lugar, que ele não conhecia, nem sabia onde era. Por esse motivo, pessoalmente, acredito que Abrão possuía alguma fé nesse Deus que ele já tinha ouvido falar. Afinal, como nos confirma Hebreus 11:8: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia”.
Deus fala diretamente com Abrão, e o escolhe, com o objetivo de por meio dele e da sua descendência, cumprir a promessa feita desde o Éden.
É o que vemos no capítulo doze de Génesis. Deus faz uma aliança com Abrão, Ele promete fazer de Abrão uma grande nação, abençoá-lo e engrandecer o seu nome.
Segundo Kaiser, o propósito de Deus ao abençoar a Abrão é, para que ele fosse uma bênção - “Sê tu uma bênção!” (ARA), ou “e tu serás uma bênção” (ARC). Através de Abraão e da nação que sairia de sua semente, outras pessoas seriam abençoadas: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12:3).
Esta promessa nada tinha a ver com algo que Abrão pudesse fazer ou deixar de fazer, mas tinha a ver com a graça de Deus. Ele iria abençoar e através da semente de Abrão, Ele iria abençoar novamente.
Essa aliança ou pacto, vai se repetir ao longo dos capítulos seguintes de Génesis, ao mesmo tempo que cada vez que ela é referida, novos detalhes vão sendo revelados.
No capítulo quinze de Génesis, vemos novamente Deus a entrar em aliança com Abrão, agora ele lhe promete um filho, do qual será possível cumprir-se tudo aquilo dito anteriormente. Assim como o pó da terra e, agora, as estrelas do céu, seria a descendência de Abrão, tão grande e numerosa, que ninguém a poderia contar.
O Senhor também mostra a Abrão o que será o futuro da sua descendência, deixando uma mensagem profética sobre os anos de escravidão do povo no Egito, mas a promessa de salvação e peregrinação até à terra prometida.
Vemos no decorrer dos capítulos como Abrão vai conhecendo a Deus e essa relação vai sendo aperfeiçoada e aprofundada. No entanto, no capítulo seguinte, vemos como a falta de confiança e a impaciência para com Deus pode gerar resultados catastróficos. Ao mesmo tempo, vemos como a graça e a misericórdia de Deus estão com todos aqueles que o temem. Agar daria um filho a Abrão, não era este o filho da promessa, mas seria abençoado de forma similar, e seria a sua descendência tão grande e numerosa que ninguém a poderia contar (Gn.16:10). Mais adiante, veremos Deus novamente a cuidar de Agar e a repetir esta promessa a ela (Gn.21:10-21), no entanto, hoje o mundo sofre a consequência da impaciência de Sarai.
Por fim, chegamos ao capítulo dezessete. Deus repete a sua aliança com Abrão, mais uma vez, a promessa da bênção fundamental da aliança da graça, descrita com mais detalhes e de forma mais íntima e profunda. Nesse sentido, Deus muda o nome de Abrão e de Sarai, para Abraão e Sara, pois o que Ele faria através deles seria grandioso.
A promessa de uma grande nação da semente de Abraão foi cumprida em Isaque, seu filho, e em Jacó, onde a nação de Israel teve início, nação tão grande e incontável como a areia do mar e as estrelas do céu (Gn 13:16; 1Rs 3:8; Jr 33:22).
Futuramente, a semente de Abraão, que viveu de forma perfeita e pura, levaria sobre si toda a nossa culpa e transgressão, a fim de que todas as famílias da terra, todos os grupos étnicos, fossem abençoados, “para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido”, “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl. 3:14 e 29).
Todo este contexto sobre a vida de Abraão foi necessário, para podermos observar e analisar alguns conceitos que nos ajudam a compreender o que significa o primeiro versículo do capítulo dezessete de Génesis, em que O Senhor aparece a Abraão e diz: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito” (ARA).
O que significa andar na presença de Deus?
Para percebermos a profunda ordem que é dada, precisamos procurar o significado original da palavra no Hebraico. Após uma análise lexical feita para o Seminário Teológico Baptista, onde estudo já há alguns anos, podemos extrair algumas noções importantes.
Utilizado mais de 1500 vezes no Antigo Testamento, o verbo “andar” tem um uso diversificado, mas sempre a conotação de movimento constante. Além de andar, ou movimentar-se a algum lugar, a alguma pessoa ou a algo, esse verbo também pode ser empregado no sentido de uma forma de vida, uma conduta ou a jornada como se vive e “anda” pela vida.
Segundo o léxico da palavra no Bible Hub, este termo possui um significado importante no contexto teológico, pois frequentemente é relacionado com a relação de uma pessoa com Deus. “Caminhar no caminho (ou presença) de Deus é sinónimo de uma vida de obediência e fidelidade”
Na Bíblia, encontramos várias pessoas que andaram com Deus, o primeiro, descrito como tal, foi Enoque (Gn.5:24), que andava tão “cara a cara” com Deus, que foi uma das pessoas que não passou pela morte, foi diretamente ter com o seu “melhor amigo”. Eles eram tão próximos que Deus o tomou para si. Tão bela e incrível história, no meio de uma genealogia.
Noé também andava com Deus (Gn.6:9), e então Abrão é chamado a andar com Deus. E, não somente a andar com Deus, mas constantemente em sua presença, perante a sua face.
Antes de dar esta ordem, Deus aparece a Abraão, o que no sentido original da palavra, tem a conotação de que Abrão estava perante a face de Deus, ele viu “com os seus próprios olhos a Deus”. Assim, em vez de pensarmos na tradução “presença” (anda na minha presença), podemos substituir pela palavra “face” (anda perante a minha face), porque quando pensamos em face, em rosto, pensamos em uma cara, com olhos, boca, expressões e características únicas. Quando estamos cara a cara com uma pessoa, a olhar no fundo dos seus olhos, o foco está todo apenas nessa pessoa, é um ato de intimidade, por vezes, de afeto e amor.
Andar perante a face de Deus, é andar como se Deus estivesse a olhar para nós, mas mais do que isso, é andar em intimidade, com o foco nEle, a olhar no fundo dos seus olhos e fazer aquilo que o agrada. Estar cara a cara com o Deus todo-poderoso, certamente nos consumiria, e tendo isso em mente, andar perante a Sua face, também requer o temor e a reverência necessários.
Segundo a página GotQuestions, quando andamos com uma pessoa, partilhamos tudo com ela, existe harmonia e aprecia-se a companhia mútua. Dessa forma, andar com Deus, perante a sua face, faz-nos conhecê-lo, ouvir a sua voz, derramar os nossos corações e buscar agradá-lo como objetivo principal da nossa vida. O propósito final não é apenas um encontro de vez em quando, mas sim uma vida de comunhão, “em um estado de adoração ininterrupta”. Acima de tudo, é uma vida em que a pessoa e Deus estão de acordo sobre tudo o que envolve o viver.
No Novo Testamento, também podemos ver a ideia de andar com Deus, e muitas vezes é exprimida como “andar no Espírito” (Gl.5:16; Rm.8:4), glorificando a Deus em todas as nossas escolhas, palavras, pensamentos, planos, ações e reações, produzindo o fruto do Espírito, e refletindo durante a nossa jornada de vida a Sua maravilhosa luz e o seu plano de redenção.
Deus estava a fazer uma aliança com Abraão, e para ele ser capaz de cumprir a sua parte do acordo, teria de andar constantemente, todos os dias, todos os momentos, perante a face do Deus todo-poderoso. E ele o fez.
É belo ler nas Escrituras quando Abraão envia o seu servo a procurar uma mulher para Isaque, a sua afirmação: “Ele me disse: O Senhor, em cuja presença eu ando, enviará contigo o seu Anjo e levará a bom termo a tua jornada, para que, da minha família e da casa de meu pai, tomes esposa para meu filho” Gn. 24:40. Esta passagem em especial faz-me sorrir sempre que a leio. Deus dá uma ordem para que Abraão andasse perante a sua face, e ele obedece, com fé e integridade.
Continuando com o trecho do primeiro versículo, “anda na minha presença e sê perfeito”. A palavra original, muitas vezes traduzida como “perfeito”, tem uma conotação de perfeição, sim, no sentido de completude, irrepreensibilidade, imaculado, pleno, sem defeito e íntegro.
Segundo o Léxico do Bible Hub, este adjetivo, é constantemente usado para descrever integridade moral, pessoas com uma conduta reta, e enfatiza o conceito de completude daqueles que vivem de acordo com os preceitos do Senhor. É um chamado à santidade, e reflete o padrão divino e a aspiração que os homens deveriam ter, a fim de se alinharem com o caráter de Deus.
Segundo o dicionário Priberam, “íntegro” pode significar duas coisas: inteiro, ou completo; e, quem tem comportamento exemplar: honrado, recto. Segundo o dicionário Cambridge, “íntegro” também é uma pessoa que tem ou demonstra ideais e princípios bons ou nobres.
Nesse sentido, quando Deus dá a ordem para Abrão ser “perfeito” ou “íntegro”, Ele está a fazer um chamado a uma vida imaculada, em conformidade com a Sua vontade, afinal, o seu desejo para nós deveria ser o nosso desejo para nós mesmos. O alvo é uma vida de constante busca pela retidão, um bom proceder, e a irrepreensibilidade.
O objetivo é ter os nossos olhos fixos na perfeição de Deus e perceber que: “não considero que já o tenha alcançado: mas... prossigo em direção ao alvo" (Fp.3:13-14). A nossa perfeição moral é, de alguma forma, o reflexo do poder de Deus, no sentido em que, como espelho, mostramos o poder de Deus que molda a nossa vida para a perfeição, se andarmos perante a Sua face.
Abrão já havia sido considerado justo aos olhos de Deus, por causa da sua fé (Gn.15:6), agora, ele deveria obedecer e cumprir a sua parte do acordo (aliança). Esta ordem de ser íntegro, perfeito, não excluía a graça de Deus, sendo uma exigência impossível de ser alcançada, pelo contrário, era uma ordem para que Abrão vivesse em obediência e retidão, a fim de herdar uma bênção adicional. Deus já o havia abençoado pela sua obediência, mas agora prometia recompensá-lo ainda mais.
Uma vida de obediência e integridade aos valores, preceitos e mandamentos do Eterno, era, e é, uma vida de glória a Deus, uma vida conforme a Sua vontade e desejo, cada vez mais perto de ser como Ele criou-nos para ser.
Por fim, no versículo sete do capítulo dezessete, Deus revela o seu desejo para com Abraão e a sua geração: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência”. (Gn. 17:7). Além de estabelecer com ele uma aliança de bênção e salvação para toda a terra, O Senhor desejava ser o Deus de Abraão e da sua geração.
Segundo o Léxico do Bible Hub, o verbo “ser” é frequentemente traduzido como "ser", "tornar-se" ou "acontecer", um verbo fundamental para expressar estados de ser e mudanças de condição ou status.
O substantivo masculino Elohim, por outro lado, é usado principalmente para denotar o Deus supremo de Israel. É um termo significativo nas Escrituras Hebraicas, refletindo a complexidade e a profundidade da natureza divina.
O Deus, que é o todo-poderoso, diz que deseja ser o Deus de Abraão e da sua descendência. Segundo Benson, a aliança que Deus faz com Abrão é eterna no seu significado evangélico, desde a eternidade no seu fundamento, e até à eternidade nas suas consequências. Uma aliança que é “toda-suficiente”, em que Deus seria o Deus de Abraão e da sua descendência, acumulando todos os privilégios da aliança, todas as suas alianças e todas as suas esperanças. O que o próprio Deus é, isso Ele será para o seu povo: sabedoria para os guiar e aconselhar, poder para os proteger e cuidar, bondade para os suprir e confortar e muito mais.
Segundo o comentário “Barnes’ Notes on the Bible”, nesta expressão, e neste momento, encontramos Deus a lançar, pela terceira vez, os fundamentos de uma aliança da graça com o homem. Primeiro com Adão, depois com Noé, e agora com Abraão. Uma aliança que não falhará, porque ela surgiu do próprio Deus e os Seus planos não podem ser frustrados.
Deus aparece a Abrão, cara a cara, e ordena que ele ande, o tempo todo, perante a Sua face, para que dessa forma, ele seja íntegro e irrepreensível, e assim Deus poderia se tornar o seu Deus e da sua geração, o que implica que eles depositariam toda a sua confiança, fé, esperança, desejo, caminho, escolhas, pensamentos, palavras, ações, e toda a sua vida, nas mãos desse Deus todo-poderoso, majestoso e eterno, para que a Sua vontade e aliança fosse levado a cabo, como uma aliança perpétua, que chegaria até nós hoje.
A Bíblia não é maravilhosa?

Deus escolhe um homem “comum” para fazer algo maravilhoso, esse é o nosso Deus! Hoje, por causa da graça do nosso Senhor e da obediência de Abraão, que aceitou andar perante a face de Deus, nós somos alcançadas pela aliança, pela graça da salvação e pela maior bênção das nossas vidas: Jesus Cristo.
Andar com Deus é mais do que fazer uma devocional todos os dias, orar de vez em quando, ir à igreja aos domingos, postar um versículo nos stories e, se calhar, dizer na escola, faculdade ou trabalho que somos evangélicas.
Andar com Deus é viver, de facto, perante a Sua face. Andar como se Ele fosse o nosso melhor amigo e companheiro de todas as horas, desde que acordamos até irmo-nos deitar, a olhar continuamente para os seus olhos, e sermos invadidas pela Sua santidade, consoladas pelo Seu amor, protegidas pela Sua força, salvas pela Sua graça, e guiadas pelo caminho eterno pela Sua sabedoria e provisão.
O nosso foco deve ser Elohim, o nosso desejo deve ser o Eterno, a nossa vida deve glorificar o Todo-poderoso. Dia após dia, hora após hora, segundo após segundo, para sermos íntegras, perfeitas.
Andar com Deus é o que, de facto, vai-nos fazer conhecê-lo de forma tão profunda, que nenhum livro de teologia poderia explicar. Andar com Deus é o que nos faz ser mais parecidas com Cristo, e por isso, com a sua ajuda e misericórdia, andaremos um dia de cada vez, rumo à perfeição, vivendo de forma íntegra, que agrada a Deus, que o glorifica, que o ama e o reflete em cada pensamento, palavra e ação.
Andar com Deus, é dizer a Ele todos os dias que queremos que Ele seja o nosso Deus, afinal, Ele é o foco do nosso desejo. É dizer que Ele pode fazer aquilo que Ele deseja, a fim de sermos cada dia moldadas para ser quem Ele nos criou para ser, segundo a Sua boa, perfeita e agradável vontade.
É deixar que Ele nos tome em Suas poderosas mãos e nunca nos abandone, nem nos deixe cair. É descansar nos braços do Eterno e esperar nEle, porque os Seus planos não podem ser frustrados e a Sua aliança nos alcançou através de Cristo Jesus, o nosso Senhor e a nossa esperança.
Que verdade maravilhosa e transformadora!✨
Querida companheira de jornada, oro para que esta mensagem possa tocar o teu coração, como tocou o meu, e que possas refletir e colocar em práctica estas palavras ao longo do teu dia (e da tua vida). O Senhor diz-te hoje: “(O teu Nome), Eu sou Deus o Todo-poderoso, anda perante a minha face e sê íntegra. E eu serei o teu Deus!”.
- Débora🌻
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📚 Leituras e referências (Como andar com Deus todos os dias?)
Bíblia Sagrada (ARA / ARC)
Bible Hub - Interlinear Bible: https://biblehub.com/text/genesis/17-1.htm
Bíblia e Arqueologia - Aulas ministradas pelo professor Gabriel Souza, no Seminário Teológico Baptista
Comentário Bíblico em Génesis 17:1-2 - The Bible Says: https://thebiblesays.com/pt/commentary/gen+17:1
Ellicott's Commentary for English Readers: https://biblehub.com/commentaries/genesis/14-18.htm
Íntegro, em Dicionário Priberam da Língua Portuguesa: https://dicionario.priberam.org/%C3%ADntegro
Íntegro, em Dicionário Cambridge: https://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/portugues-ingles/integro?q=%C3%ADntegro
KAISER, W.C. A Chamada Missionária de Israel - Artigo do material de apoio: Perspectivas no Movimento Cristão Mundial, turma de 2021.
MacLaren's Expositions: https://biblehub.com/commentaries/genesis/15-1.htm
Matthew Henry's Concise Commentary: https://biblehub.com/commentaries/genesis/14-1.htm
MEARS H.C. Estudo Panorâmico da Bíblia. Editora Vida, 1982.
O que significa andar com Deus? - GotQuestions: https://www.gotquestions.org/Portugues/andar-com-Deus.html
PFEIFFER, C.F.; VOS, H.F.; REA J. Dicionário Bíblico Wycliffe. CPAD, 2000.
STOTT J.R.W. O Deus vivo é um Deus missionário. Em: WINTER R.D; HAWTHORNE S.C; BRADFORD K.D. Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. Vida Nova, 2009.
















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