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Mas, Senhor, não era isso o que eu queria!
Em tempos atrás, vinha resmungado muito esta pequena reclamação em meu coração: mas, Senhor, não era isso o que eu queria! Uma e outra vez, me via presa em situações que eu havia imaginado de forma completamente diferente ou que eu não havia imaginado, nem planejado, nem desejado. A vida, por vezes, parece um conjunto de acontecimentos aleatórios e desconexos que passam como um furacão por cima de nós e, muitas vezes, deixa apenas pedaços. Um dia após o outro, tentamos nos ma
Débora Venturini
15 de mai. de 20242 min de leitura


Eu também!
Eu disse que faria mil e uma coisas, e as intencionava fazer, no fim, nada fiz. Eu disse que iria, e planejava ir, mas no fim, não fui. Eu disse que falaria, e pensei cada palavra, no fim não falei. Eu disse que seria, e tentei, mas não fui. Eu disse que acertaria, mas sei que só falhei. Eu disse que estava bem, mas no fundo, eu ainda não estava recuperada como eu achava. Por fora um sorriso singelo, e até uma alegria sincera, mas por dentro uma angústia constante. Por fora,
Débora Venturini
7 de mai. de 20242 min de leitura


"Seja isso o que ocupe o vosso pensamento"
A nossa mente é tão traiçoeira! Dia após dia, momento após momento, os nossos pensamentos levam-nos por um caminho escuro de solidão, de autopiedade, de orgulho, de tristeza e ansiedade, de angústia e dor. Somos arrastados pelas setas mentirosas do inimigo e cegados pela falta de fé. Os nossos olhos vêem apenas o agora e o nosso coração produz sentimentos enganosos. Os dias ficam escuros, sem cores, sem sol, apenas horas que demoram a passar e insuportáveis pensamentos de der
Débora Venturini
27 de mar. de 20242 min de leitura


Seja mulher!
Não, Marx, desta vez, como de muitas outras, estavas errado. O verdadeiro ópio do povo é o feminismo, e não só, é o seu veneno mais mortífero. Por anos, milhares de mulheres gritam nuas em praças e avenidas para reivindicar os seus direitos. Quais direitos? Aqueles de fazer o que bem lhes apraz, a qualquer momento, em qualquer lugar, do jeito que lhes apetecer, com qualquer pessoa. Sim, o “direito” de colocar os seus próprios desejos e ambições acima da vida, o de matar, se d
Débora Venturini
8 de mar. de 20245 min de leitura


Do lado de dentro da janela
O lado de fora parece bonito, pensa ela. As árvores acenam, as flores sorriem, os pássaros compõem uma linda melodia e as pessoas passam de um lado para o outro entre as suas muitas tarefas. Do lado de dentro da janela há sonhos desencontrados e uma multidão de dúvidas. Por vezes, os seus vívidos olhos buscam encontrar algo que ainda não têm a certeza do que é, buscam uma aventura ou apenas uma experiência da qual só conseguem imaginar, enclausurados dentro da janela. Prision
Débora Venturini
8 de mai. de 20232 min de leitura


A que ponto chegamos?
A que ponto chegamos? Ao ponto de ler afirmações nas redes sociais para sentir-te bem e acreditar nelas, porque à tua volta não há ninguém que as diga para ti. Ao ponto de virar a noite assistindo vídeos de autoajuda que dizem que tens valor, que és bonito, que está tudo bem ser quem és, que és suficiente. A que ponto chegamos? Ao ponto de vivermos tão alheios um ao outro e esquecermos sequer em pensar no próximo. Ao ponto de vivermos vidas tão egoístas e cheias de uma arrog
Débora Venturini
5 de mai. de 20232 min de leitura


Vem a mim!
Parada a olhar para o nada, as lágrimas começam a molhar as tuas frias bochechas por causa do frio. A ideia de fracasso não sai da tua conturbada mente. Aquele pensamento de que não és suficiente continua a ressoar cada vez mais alto. E as lágrimas seguem numa estranha dança pelo teu rosto. “Senhor, me ajuda!” uma oração “SOS” é sussurrada em teu triste coração. Cada dia é uma luta constante com os teus pensamentos, e aquelas setas malignas que te lembram de um passado que ac
Débora Venturini
3 de mai. de 20232 min de leitura


A vida continua...
A vida continua para todos e é difícil perceber que você não faz mais parte da vida dos seus amigos e até familiares, assim como, na verdade, eles também não fazem mais parte da sua. Esse, no fundo, é o pesado fardo emocional que os missionários levam em suas costas. Um dia ser, no dia seguinte deixar de ser. E deixar que a vida continue, sem olhar para trás, mas carregando em seu coração pedaços de amizades, de amor, de histórias, de memórias, que por vezes tornam-se vagas r
Débora Venturini
9 de mar. de 20232 min de leitura
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